Pelos olhos da noiva: Eu e o Leonardo nos conhecemos no trabalho. Eu, quase sempre séria. Ele, quase sempre brincalhão. Eu, convicta de que jamais me envolveria com alguém do ambiente de trabalho. Ele, sempre respeitoso, mas persistente. Até que, um dia, eu — sempre tão cabeça dura — desisti de tentar resolver um problema sozinha e fui procurar quem sabia melhor do que eu como resolver: ele. Foi ali que algo mudou, e uma admiração muito grande nasceu. Com o tempo, descobri que, por trás daquele homem brincalhão do trabalho, existia um de coração lindo, generoso, cuidadoso e amável. E eu me apaixonei. Desde o primeiro mês eu sabia que seria para sempre. Ps. Ele continua resolvendo todos os meus problemas (meu adulto pro max since day 1 rs.)
Pelos olhos do noivo: Sabe quando você assiste um filme e o final é tão inesperado que surpreende todo mundo? Bom, acho que esse é o resumo da nossa história! Ela: Séria, profissional, calma e delicada. Eu: Brincalhão, sem filtro, não tão calmo e pragmático. Essa história começou no trabalho e por bons anos nossa convivência se resumiu ao corporativismo. Mas, em algum dado momento, eu comecei a olhar para a Ana de uma forma diferente. Por trás de toda formalidade e profissionalismo, comecei a enxergar a mulher incrível que existia dentro dela. E aí comecei a tentar criar as melhores desculpas para me aproximar. Como sempre, com a sutileza de um rinoceronte! Ela nem percebeu as minhas intenções – contém muita ironia. E, com toda certeza, esse foi a melhor atitude que eu poderia ter tomado. A admiração virou carinho, o carinho virou amor e aquela mulher que, por tantos anos, fez parte apenas da minha vida profissional passou a ser a pessoa com quem eu passei a dividir todos meus planos. A Aninha (ela não gosta do diminutivo! Rs) dizia ter certeza de que jamais se envolveria com alguém do trabalho. Ainda bem que nem todas as convicções dela são inegociáveis. Eu, particularmente, gostei bastante dessa exceção.